A Aston Martin está prestes a apresentar um AMR26 mais leve no Grande Prémio do Azerbaijão, aproximando-se perigosamente do limite mínimo de peso permitido pelo regulamento da FIA. A revelação foi feita por Mike Krack, chefe de engenharia de pista da equipa britânica, que vê essa evolução como um “impulso praticamente gratuito” para o desempenho do carro.
Otimização Constante para Performance
Krack enfatizou a importância contínua da redução de peso no desenvolvimento do monolugar. “A redução de peso é algo que nunca para. Um carro mais leve é um carro mais rápido. Conseguimos reduzir ainda mais o peso e estamos a aproximar-nos do limite, o que é bom, muito bom. Trata-se de um ganho de desempenho gratuito”, afirmou o engenheiro luxemburguês durante a conferência de imprensa pré-GP em Baku.
Impacto Gradual, Resultados Reais
Apesar da otimização, Krack apelou à cautela, indicando que as mudanças serão graduais e o impacto não será “extremamente exuberante” de uma só vez. “As alterações têm sido graduais, corrida a corrida, por isso não veremos aqui um impacto enorme de uma só vez. Mas é preciso confiar nas simulações para perceber quanto vai influenciar. Tem impacto nos pneus e em muitos outros aspetos, por isso estou muito satisfeito por o termos conseguido”, acrescentou, sublinhando que as simulações confirmam os benefícios.
Silêncio Sobre o Futuro de Alonso
Questionado sobre a continuidade de Fernando Alonso na equipa para além de 2027, Mike Krack preferiu não se comprometer. Mantendo a mesma postura de declarações anteriores, o chefe de engenharia afirmou: “Continuo a manter o que disse em Madrid: sinto-me tranquilo a esperar para ver qual será a decisão do Fernando. Sim, nada de novo”, concluindo o tema sem dar mais detalhes sobre o futuro do bicampeão mundial.



