Mudança no protocolo do Hino Nacional
Os torcedores brasileiros que acompanharam a partida entre Brasil e Marrocos na Copa do Mundo notaram uma alteração significativa no protocolo do Hino Nacional. Diferentemente de edições anteriores, não houve a interrupção que tradicionalmente levava o público a cantar os versos finais à capela. A execução foi completa da primeira parte, do “Ouviram do Ipiranga” até “Brasil!”.
Tradição do canto à capela
O costume de completar o Hino Nacional à capela teve início durante a Copa das Confederações de 2013, realizada no Brasil. Na ocasião, a FIFA interrompia a execução em determinado ponto, o que motivou o estádio a entoar o restante da letra. O gesto se popularizou e se tornou uma marca registrada em jogos da seleção brasileira, especialmente em Copas do Mundo, como um ato de patriotismo e engajamento.
O motivo da alteração
A mudança, segundo informações, não partiu de um pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas sim de uma decisão da federação internacional. A intenção seria padronizar a execução dos hinos em todas as partidas. Em contraste, o hino de outras seleções, como o Equador em jogo recente, ainda seguiu o corte habitual. A CBF indicou que a tendência é que o novo procedimento seja mantido nos próximos jogos.
Novas formações em campo
Além da alteração na execução do hino, outras mudanças foram implementadas no protocolo. Os jogadores não se posicionam mais perfilados na beira do gramado durante a execução dos hinos. Agora, eles se reúnem em círculo no centro do campo, permitindo inclusive a participação dos jogadores reservas ao lado dos titulares.





