Versatilidade em campo
Gabriel Martinelli demonstrou sua disposição em atuar em diferentes posições na Seleção Brasileira, especialmente para suprir a ausência de Raphinha, lesionado. Embora prefira jogar pela ponta esquerda, o atacante do Arsenal afirmou estar pronto para atuar pela direita se o técnico Carlo Ancelotti assim decidir. “Particularmente, prefiro jogar pela esquerda, mas no Arsenal já atuei pela direita e também fiz isso contra a França no último amistoso. Quem decide é o professor. Deixo isso nas mãos do mister”, declarou Martinelli.
Desfalque de Raphinha e alternativas no ataque
Raphinha sofreu uma lesão muscular na coxa direita e deve ficar fora de pelo menos duas partidas da Seleção, podendo retornar apenas nas quartas de final. No elenco brasileiro, Martinelli é reserva de Vinícius Júnior, mas sua capacidade de atuar em ambas as pontas amplia as opções de Ancelotti. Luiz Henrique é outra opção para a direita, e Rayan já foi testado na posição.
Adaptação e entrosamento
Martinelli destacou que sua atuação pela direita pode variar dependendo dos companheiros de equipe. “Atuar pela direita também muda de acordo com quem está ao meu lado. Às vezes, é preciso ir ao fundo e cruzar. Tudo depende da formação e dos companheiros que estão próximos”, explicou. Ele também comentou sobre a possibilidade de atuar ao lado de Vinícius Júnior, ressaltando a troca de passes e movimentação entre os dois. “A gente gosta de se movimentar e fazer tabelas”, disse.
Preparação e mentalidade
O atacante frisou a importância de estar sempre preparado, mesmo quando não é titular. “No segundo jogo tive alguns minutos e é preciso manter a cabeça tranquila e estar preparado. É isso que procuro passar para o pessoal que está tendo menos oportunidades. Às vezes, você pode não jogar os três primeiros jogos e acabar decidindo uma partida de quartas de final com um gol”, afirmou. Martinelli também comentou sobre o retorno de Neymar aos treinos, vendo o companheiro pronto para voltar a campo. “A gente correria 10, 20, 30 ou 40 metros a mais para potencializar o Neymar, o Vini ou qualquer companheiro. Sempre tento me doar ao máximo”, concluiu.




