O Sporting Clube de Portugal conquistou uma vitória memorável na Liga dos Campeões de Andebol, superando o forte Aalborg Håndbold, um dos candidatos ao título, em um confronto eletrizante. Após o triunfo, o treinador Ricardo Costa fez questão de dedicar o resultado a Alfredo Quintana, o saudoso guarda-redes que partiu há cinco anos, destacando a importância da sua memória para o andebol português.
Superação em campo: a análise de Ricardo Costa
Ricardo Costa descreveu o jogo como ‘difícil entre duas grandes equipas’, elogiando a atmosfera ‘fantástica’ que envolveu a partida. O técnico leonino admitiu as dificuldades enfrentadas na primeira parte para travar a primeira linha do Aalborg. No entanto, a equipa do Sporting ‘entrou transfigurada, com outro espírito’ na segunda metade, corrigindo os erros e subindo o nível para jogar ‘à nossa maneira’.
‘Foi uma noite estrondosa do andebol do Sporting. Esta foi a nossa final-four’, afirmou Costa, sublinhando a importância da vitória. Apesar de Martim ter sido o premiado da noite, o treinador fez questão de enaltecer o coletivo: ‘a chave da nossa vitória esteve na nossa defesa’. Ele brincou sobre o prémio, mas ressaltou o mérito de outros jogadores, como Christian Moga, que também o mereceria pela sua contribuição defensiva.
Homenagem sentida a Alfredo Quintana
Em um momento de emoção, Ricardo Costa lembrou o dia triste para o andebol português, marcando os cinco anos da partida de Alfredo Quintana. ‘Não há vitórias (suficientes) para dedicar ao Alfredo Quintana. Mas esteve no meu coração desde o início do jogo’, declarou o técnico, evidenciando a profunda ligação e o respeito pela memória do atleta.
Enquanto o Sporting celebrava, a equipa técnica do Aalborg optou por não comparecer à conferência de imprensa pós-jogo, um contraste com a euforia e a reflexão que marcaram as declarações do treinador leonino.





