Lance polêmico no final da partida
A partida entre Bragantino e São Paulo, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, foi marcada por uma reclamação veemente dos jogadores do time mandante por um suposto pênalti em Juninho Capixaba nos minutos finais. A árbitra Daiane Muniz, que estava bem posicionada, não assinalou a infração e o VAR não recomendou a revisão.
Análise do especialista
Paulo Caravina, comentarista de arbitragem do perfil @soudoapito, analisou o lance e divergiu da interpretação dos jogadores do Bragantino. Segundo ele, o primeiro contato entre os atletas foi normal e não configurou pênalti. Caravina lembrou de um lance similar ocorrido no Brasileirão do ano passado, onde a ausência de intenção não impediu a marcação de falta, mas ressaltou que, no caso em questão, o contato inicial não foi suficiente para caracterizar a infração.
Comentário machista repercute
Após a derrota por 2 a 1, que culminou na eliminação do Red Bull Bragantino do Paulistão, o zagueiro Gustavo Marques, autor do gol de sua equipe, criticou a arbitragem com um comentário de teor machista direcionado à árbitra Daiane Muniz. Paulo Caravina também se posicionou sobre o episódio, classificando o comentário como absurdo e ressaltando que erros de arbitragem não são exclusivos de mulheres, citando a frequência com que árbitros homens também erram em campo.
Opinião sobre a arbitragem
Apesar de Caravina ter considerado que o lance não foi pênalti, ele fez questão de rebater a crítica machista direcionada à árbitra. Para o comentarista, o erro da árbitra, caso tenha ocorrido, não pode ser atribuído ao seu gênero, uma vez que falhas na condução de jogos são comuns na profissão, independentemente de quem esteja apitando.





