Um imprevisto canino marcou a participação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026.
Durante a prova de sprint por equipes no esqui cross-country, um cachorro invadiu a pista e interferiu diretamente na cronometragem oficial. O incidente ocorreu enquanto a atleta Eduarda Ribera completava sua parte na competição. O sistema eletrônico interpretou a passagem do animal pela linha de chegada como a da competidora brasileira, registrando um tempo muito acima do esperado.
Brasil aparece momentaneamente em 12º lugar devido ao ‘desempenho’ do cão
Com o tempo atribuído erroneamente, a equipe brasileira chegou a figurar provisoriamente na 12ª colocação, o que representaria um avanço significativo no ranking da prova. No entanto, a situação logo foi esclarecida.
Revisão de imagens corrige a falha e Brasil fica em 21º
Após a revisão das imagens e dos dados, a organização identificou que o sensor havia confundido o cachorro com uma atleta. A marcação foi corrigida, e Eduarda Ribera finalizou sua volta na 24ª posição. Somando os tempos das duas atletas, a dupla brasileira, composta por Eduarda Ribera e Bruna Moura, ficou oficialmente em 21º lugar, o que resultou na eliminação da final.
O ‘corredor’ Nazgûl e o recorde brasileiro
Segundo informações da transmissão do SporTV 2, o cachorro em questão atende pelo nome de Nazgûl, em referência à saga O Senhor dos Anéis, e é conhecido por frequentar as proximidades da pista, explicando sua presença inesperada. Apesar do resultado que não garantiu a classificação para a final, Bruna Moura conseguiu melhorar sua performance individual na segunda passagem, fechando o percurso em 3min41s60. O tempo total da dupla brasileira, mesmo com o inusitado episódio, representou o melhor desempenho já alcançado pelo país em uma prova por equipes de esqui cross-country em Jogos de Inverno. Ao todo, 26 duplas competiram na fase classificatória, com apenas 15 avançando para a final.





