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2025/12 — Márcio Carlomagno do São Paulo Nega Lucro em Venda Clandestina de Camarote no MorumBis e Proíbe Uso Futuro Após Descoberta

2025/12 — Márcio Carlomagno Do São Paulo Nega Lucro Em Venda Clandestina De Camarote No Morumbis E Proíbe Uso Futuro Após Descoberta

Carlomagno se Defende e Nega Envolvimento em Esquema

Márcio Carlomagno, superintendente geral do São Paulo Futebol Clube, veio a público nesta segunda-feira para dar sua versão dos fatos após ser citado em um áudio que revelou um esquema de comercialização clandestina de camarotes do MorumBis durante shows. Em entrevista concedida no estádio, acompanhado por advogados e equipe de comunicação do clube, Carlomagno demonstrou indignação. “Meu sentimento é de revolta e tristeza. Basicamente é isso. Meu sentimento é esse hoje”, afirmou.

O caso, veiculado em reportagem do Ge, aponta para a venda ilegal de um espaço no estádio tricolor durante a apresentação da cantora colombiana Shakira. O áudio, segundo o Ge, envolveria Douglas Schwartzmann, diretor adjunto de futebol de base, e Mara Casares, ex-esposa do presidente Júlio Casares e diretora feminina, cultural e de eventos, que teriam afirmado que a utilização do camarote ocorreu de forma “não normal” e que “todo mundo ganhou” com a situação. Carlomagno, no entanto, rechaçou as acusações de lucro: “Não ganhei dinheiro. A única coisa que ganhei foi um grande problema para a gente resolver”.

Cessão do Camarote: Pedido e Proibição

Na sua defesa, o superintendente explicou que disponibilizou o camarote da presidência à Diretora Feminina, Mara Casares, a pedido dela. Contudo, Carlomagno enfatizou que Mara não possuía qualquer autorização para comercializar o local. A descoberta da venda ocorreu no próprio dia do show, devido a uma confusão com ingressos envolvendo a empresa que havia adquirido o espaço.

Medidas Tomadas e Futuro no Clube

Diante da irregularidade constatada, Marcio Carlomagno afirmou ter proibido a cessão daquele camarote específico para os eventos futuros que acontecerão no MorumBis em 2025. Ele reiterou que seu nome foi relacionado de forma indevida na gravação pelos diretores e que nada do que foi publicado até o momento o fará deixar sua função no clube.

“Sou um funcionário de carreira aqui. Não sou um ente político. Sou um funcionário de alto escalão que vem trabalhando de forma incessante, insana para que o São Paulo consiga o superávit, chegue a uma receita de 1 bilhão e diminua o endividamento”, declarou Carlomagno. Ele acrescentou que “se, em algum momento, algo respingar em mim diretamente, eu sou o primeiro a pedir a licença do cargo. Mas, no momento, não tem. É um áudio em que eu sou citado, não vou nem falar que sou vítima, porque vítima é o São Paulo. Mas é um áudio no qual eu sou citado e tenho o entendimento que usaram meu nome como ferramenta de pressão”.

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