Ancelotti elogia Endrick, mas não o escala como titular
O técnico Carlo Ancelotti, que comanda a Seleção Brasileira, tem feito elogios ao jovem atacante Endrick. No entanto, apesar das palavras positivas, a tendência é que o jogador comece a partida contra o Haiti, válida pela segunda rodada da Copa do Mundo, no banco de reservas. A expectativa em torno da utilização do atleta contrasta com a decisão tática do treinador italiano, que pediu calma em relação ao aproveitamento do jogador.
Críticas de Mauro Beting à gestão de Endrick
Durante a live “Seleção Estadão”, o comentarista Mauro Beting expressou sua insatisfação com a forma como Endrick está sendo utilizado. “O Ancelotti quer o Endrick para filho, genro, Business Partner, parceiro de pagode, mas para começar jogando contra o Haiti não. Para jogar um minuto contra o Marrocos, e o Brasil precisando, não”, disparou Beting.
Contradição nas falas e ações do treinador
O comentarista ressaltou uma aparente contradição entre os elogios de Ancelotti a Endrick e a falta de oportunidades como titular. “Ter o Endrick como primeira opção? Maravilha. Não ter o Endrick, e depois de tantos elogios, aí dá para dizer que é uma contradição. E nem dá para dizer que é um ‘lost in translation’. O Ancelotti sabia muito bem o que estava falando. Agora, o que está fazendo, eu já posso discutir bastante”, complementou Beting.
Expectativas para os próximos jogos
Mauro Beting admitiu que Endrick deve entrar em campo contra o Haiti, mas questiona a possibilidade de uma titularidade no jogo seguinte, contra a Escócia. “Aguardemos cenas dos próximos capítulos. Que o Endrick vai jogar hoje, ele vai. Vai ser titular na quarta-feira, em Miami, contra a Escócia? Acho que não. Mas aí é teima do treinador”, finalizou o comentarista.