Ritmo Acelerado de Expulsões
A Copa do Mundo de 2026 já estabeleceu um novo recorde em relação a cartões vermelhos, superando o número total de expulsões das edições de 2018 e 2022 em um período significativamente menor. Em apenas oito dias de competição, o torneio já registrou seis jogadores expulsos, evidenciando um início de campeonato com rigor na aplicação das regras.
Abertura com Três Expulsões Iniciais
A partida de abertura da Copa, que colocou México e África do Sul frente a frente, foi palco de três cartões vermelhos aplicados pelo árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio. Os jogadores Sphephelo Sithole e Themba Zwane, ambos da África do Sul, além de Cesar Montes, do México, foram os primeiros a receberem a punição máxima.
Mais Expulsões na Segunda Rodada
A sequência de expulsões continuou na quinta-feira, 18, com mais três jogadores sendo enviados para o vestiário. Tarik Muharemovic, da Bósnia e Herzegovina, foi expulso durante a derrota de sua equipe para a Suíça. Posteriormente, Homam Ahmed e Assim Madibo, ambos do Catar, também receberam cartões vermelhos no confronto contra o Canadá.
Comparativo Histórico
Para se ter uma dimensão do fato, a Copa do Mundo de 2018, realizada na Rússia, totalizou apenas três cartões vermelhos. Quatro anos depois, no Catar em 2022, o número se repetiu com outras quatro expulsões. O recorde histórico de expulsões em uma única edição de Copa do Mundo ocorreu em 2006, na Alemanha, com 26 cartões vermelhos distribuídos, incluindo a notória “Batalha de Nuremberg” entre Holanda e Portugal, que teve quatro expulsões em uma única partida.