Estratégia para o meio-campo e elenco à disposição marcam a preparação do Flamengo para o confronto decisivo no Catar
O Flamengo está pronto para o grande desafio da final do Intercontinental da Fifa, que acontece nesta quarta-feira (17), às 14h (de Brasília), em Doha, no Catar. O técnico Filipe Luís terá quase todo o seu elenco à disposição, uma vez que o departamento médico do clube está vazio pela primeira vez no ano. As únicas ausências são Viña e Allan, que não foram relacionados para o torneio e podem deixar o clube na próxima temporada. Pedro, recuperado de lesão muscular, deve iniciar a partida no banco de reservas.
Provável Escalação do Flamengo
Para o confronto contra o Paris Saint-Germain, Filipe Luís deve mandar a campo a seguinte formação:
- Goleiro: Rossi
- Laterais: Varela e Alex Sandro
- Zagueiros: Léo Ortiz e Léo Pereira
- Meio-campo: Pulgar e Jorginho
- Meias-atacantes: Carrascal, Arrascaeta e Samuel Lino
- Atacante: Bruno Henrique
Confiança e Análise do Adversário
Em entrevista, Filipe Luís demonstrou confiança em um Flamengo competitivo, apesar de reconhecer a qualidade do adversário. “Não tenho nenhuma dúvida que jogadores tão jovens e tão rápidos nos colocarão em dificuldade em determinados momentos do jogo”, afirmou o treinador. Ele destacou a forma de defender da equipe, focada no coletivo e na bola, visando neutralizar jogadores determinantes do PSG, especialmente no meio-campo.
O técnico também fez um paralelo com as experiências anteriores em Copas do Mundo de Clubes, contra Chelsea e Bayern de Munique. “Quanto mais o time joga, mais a equipe se conhece. Cada competição é diferente”, disse Filipe Luís, ressaltando que, embora o contexto mude, a vontade de vencer permanece a mesma. Ele enfatizou que o atual grupo tem uma “nova alma”, se reinventou e quer escrever uma nova história, ciente da dificuldade, mas convicto de que a vitória é possível.
Meio-Campo: A Chave para o Jogo
Para Filipe Luís, o meio-campo será o setor crucial para o desfecho da partida. “Não só o Paris, mas a maioria dos jogos se define pelo domínio territorial no meio de campo”, explicou. Ele descreveu os jogadores do PSG como “dinâmicos e poderosos fisicamente, que cobrem o campo, fazem duas funções e é difícil de defender”, o que complica a marcação e a neutralização. O treinador reconheceu que poucas equipes conseguiram parar o PSG, que se destaca pela velocidade, poderio ofensivo e um elenco completo, campeão da Champions League por mérito. Para o Flamengo, a exigência é clara: “Nossa equipe vai ter que fazer um jogo perfeito para neutralizar a melhor equipe do mundo.”





